terça-feira, 7 de setembro de 2010



O saber se faz através de uma superação constante. O saber superado já é uma ignorância. Todo saber humano tem em si o testemunho do novo saber que já anuncia. Todo saber traz consigo sua própria superação. Portanto, não há saber nem ignorância absoluta: há somente uma relativização do saber ou da ignorância. (Paulo Freire)

domingo, 5 de setembro de 2010

Potencial!!

Tenho pensado muito em gente, em pessoas que conseguem se superar, apesar das circunstâncias. Tenho refletido no potencial que temos, em como objetivos e  sonhos conseguem nos levar longe. 


Lembrei de uma reportagem que mostrou um cara, morador de rua, que conseguiu ser aprovado em um concurso público. Aparentemente seria impossível essa conquista, não é? Mas, esse exemplo e muitos outros que conhecemos servem pra nos impulsionar a acreditar em nós e nos outros também.
Nunca subestime ninguém, nem a si próprio!! Por menor que sejam as perspectivas, mesmo que o fio de esperança tenha se esvaído, a história pode mudar!! Acredite!!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Dor, oportunidade de ascensão (Rafael Ary)

A dor chega para todos como forma de certeza de que não viemos para este plano a passeio, nem tão pouco para deleite de nós mesmos e de nossas aquisições mundanas. No princípio tudo é treva, uma vez que não entendemos as razões de tamanho sofrimento. No começo a descrença, o desespero, a agonia, a queda, mas junto disso tudo, uma nesga de esperança, de luz. É o Criador nos afirmando que tudo que nos machuca, nos transtorna, nos consterna, tem uma razão de ser. Depuração, elevação, entendimento, oportunidade e a necessidade de se doar ao irmão, não apenas ao de sangue, mas ao irmão universal. O legado de nossos atos, de nossas palavras não será esquecido jamais, acredite nisso.
Não percamos a oportunidade de fazer a diferença, de sermos um daqueles para sempre lembrados, por aquele dia disponível a um amigo, pela mão estendida para aquele agonizante, pela palavra confortante que tanto acalma alguém muito ansioso, por apenas escutar alguém que nem mesmo um amigo se quer tem para escutá-lo...   APROVEITEMOS.



segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Pensamentos...


"O Senhor é meu pastor e nada me faltará."

Quem nunca ouviu essa frase? Ou quem nunca se apegou a ela em algum momento angustiante da vida? Parece óbvio demais... Se sei que o Senhor é meu pastor, logo nada, nadinha (de bom, de bens, de felicidade...) vai me faltar, tudo em minha vida dará certo!

Tenho uma séria desconfiança de que o sentido desse texto não é o literal. Ora, se assim fosse, nossas adversidades, possivelmente, estariam resolvidas. Nunca mais teríamos problemas financeiros, emocionais ou de saúde. Seria como prometem as soluções das Organizações Tabajara do Casseta e Planeta: se o Senhor é o pastor “seus problemas acabaram!!” Hihihihi...

Parece-me que o texto fala de algo mais elevado, como a paz de espírito; a alegria pela vida; a gratidão; a força para enfrentar as lutas e as perdas; a sabedoria para nos relacionarmos etc.

Penso ser mais coerente entender que, se o Senhor é o nosso pastor, então podemos sim ser fortes, gratos, sábios e felizes, apesar das circunstâncias. Os problemas continuarão nos cercando, mas “nada” nos faltará!!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A absurda decisão de não amar o cônjuge (Lissânder Dias do Amaral)

A decisão de amar é acompanhada pelo risco de não amar. Nem o compromisso público do casamento extingue tal risco. Amamos quando nos dispomos a dedicar tempo, serviço e coração ao outro. Decidimos não amar quando nosso cônjuge deixa de ser o real objeto do nosso amor e se torna, em nossa fantasia, qualquer outra pessoa - exceto ele mesmo.
Desvios sexuais, como a pornografia e o adultério, são, na prática, nossa absurda decisão de não amar o cônjuge.


Na pornografia, idealizamos um corpo perfeito e não conseguimos dedicar tempo, serviço e coração para amar o corpo imperfeito do nosso cônjuge. Cada ato pornográfico é, no fundo, a decisão de não amar quem um dia decidimos amar. E quanto mais constante e repetitiva essa prática se torna, mais nos afastamos do nosso (verdadeiro) cônjuge. Se não houver cura, chegará o dia em que decidiremos amar definitivamente a fantasia da perfeição sem amor, a despeito da realidade da imperfeição com amor.


Já no adultério, falsificamos a nós mesmos e duplicamos nosso cônjuge. Decidimos amar duas ou mais pessoas, não amando, na verdade, nenhuma. Já não há mais foco e dedicação ao amor. Não há uma pessoa inteira ao nosso lado, com sua história, sentimentos, defeitos e qualidades únicas. Há apenas opções de prazer. E já não somos nós mesmos, apenas consumidores de bem-estar. Cometer adultério também faz parte da absurda decisão de não amar o cônjuge. Quanto mais o praticamos, mais reduzimos a quase nada quem um dia decidimos amar.


Amar é uma ordem. Quando Jesus deu essa ordem  aos discípulos (Jo 15.12), ele estava estabelecendo um alto padrão de relacionamento para toda a humanidade. Esse padrão é ainda mais relevante no relacionamento conjugal, que tem um grau de intimidade e compromisso muito mais elevado. No entanto, antes de ordenar que os discípulos amassem uns aos outros, Jesus disse que eles deveriam "permanecer no amor dele" (Jo 15.9). Permanecer é decidir diariamente continuar amando, e isso torna a vida maravilhosamente mais bela. À luz desse padrão, decidir não amar é verdadeiramente um absurdo. 
(Texto extraído da revista Ultimato julho/agosto) 


Decida amar e seja feliz-hoje!